Boca segura o Corinthians e sonho do bi é adiado
O Corinthians deu seu grito de liberdade na América do Sul no ano passado, mas o Boca Juniors ainda é o Boca Juniors. Literalmente mordida ...
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O Corinthians deu seu grito de liberdade na América do Sul no ano
passado, mas o Boca Juniors ainda é o Boca Juniors. Literalmente mordida
pela derrota na última decisão, a equipe argentina foi ao Pacaembu e
cravou uma lança no peito do campeão mundial, eliminando-o da Copa
Libertadores com uma enorme ajuda do juiz Carlos Amarilla. Auxiliado
também pelos assistentes Rodney Aquino e Carlos Cáceres, o time azul e
amarelo mostrou seu poder e conseguiu deixar para trás o 04/07/12
exibido em mosaico pela Fiel, lembrança da final do ano passado. Desta
vez vitorioso na Bombonera, o Boca empatou por 1 a 1 no Pacaembu e riu
por último apesar das provocações.
Desde o início, ficou clara a má vontade de Amarilla com o Timão. O paraguaio ignorou pênalti de Marín — dando amarelo para Émerson por reclamação — e, “auxiliado” por Rodney Aquino, anulou um gol legalíssimo de Romarinho. No lance seguinte, Riquelme cruzou e Cássio aceitou.
Na etapa final, precisando de três gols por causa da derrota por 1 a 0 no primeiro jogo, os donos da casa partiram para cima com Edenílson e Alexandre Pato. Paulinho marcou de cabeça logo no início, e o Alvinegro seguiu no ataque, mas teve mais um gol anulado — alguma espécie de falta foi apontada quando Edenílson balançou a rede.
Carlos Bianchi continua invicto em mata-matas contra times brasileiros. Sua nova vítima na Copa Libertadores da América foi o atual campeão Corinthians, que não conseguiu vencer o Boca Juniors por dois gols de diferença na noite desta quarta-feira, no Pacaembu.
O histórico de carrasco de Bianchi começou em 1994, quando ele ainda dirigia o Vélez Sarsfield. Na decisão continental daquela temporada, a sua equipe derrotou o São Paulo por 5 a 3 na decisão por pênaltis, no Morumbi – estádio onde o treinador se acostumou a comentar.
Também na casa do São Paulo, Bianchi decepcionou mais um rival do Corinthians em 2000. O seu Boca Juniors voltou a levar a final contra o Palmeiras para as penalidades e, desta vez, ficou com o troféu depois de vitória por 4 a 2.
A última vitória de Bianchi sobre um time do Brasil havia sido contra o Santos de Diego e Robinho, na final daquela Libertadores de 2003. O Boca Juniors ganhou por 2 a 0 em Buenos Aires e por 3 a 1 em São Paulo para se sagrar campeão novamente.
Ficha Técnica
Corinthians: Cássio; Alessandro (Edenílson), Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf e Paulinho; Romarinho (Alexandre Pato), Danilo (Douglas) e Emerson; Guerrero
Técnico:Tite
Boca Juniors: Orión; Marín, Caruzzo, Burdisso e Clemente Rodríguez; Erbes (Bravo), Somoza, Erviti e Sánchez Miño; Riquelme (Viatri); Blandi (Zárate)
Técnico: Carlos Bianchi
tribunadonorte
Desde o início, ficou clara a má vontade de Amarilla com o Timão. O paraguaio ignorou pênalti de Marín — dando amarelo para Émerson por reclamação — e, “auxiliado” por Rodney Aquino, anulou um gol legalíssimo de Romarinho. No lance seguinte, Riquelme cruzou e Cássio aceitou.
José Patrício/Estadão Conteúdo
Alexandre Pato e Guerrero não conseguiram ajudar o Corinthians
Na etapa final, precisando de três gols por causa da derrota por 1 a 0 no primeiro jogo, os donos da casa partiram para cima com Edenílson e Alexandre Pato. Paulinho marcou de cabeça logo no início, e o Alvinegro seguiu no ataque, mas teve mais um gol anulado — alguma espécie de falta foi apontada quando Edenílson balançou a rede.
Carlos Bianchi continua invicto em mata-matas contra times brasileiros. Sua nova vítima na Copa Libertadores da América foi o atual campeão Corinthians, que não conseguiu vencer o Boca Juniors por dois gols de diferença na noite desta quarta-feira, no Pacaembu.
O histórico de carrasco de Bianchi começou em 1994, quando ele ainda dirigia o Vélez Sarsfield. Na decisão continental daquela temporada, a sua equipe derrotou o São Paulo por 5 a 3 na decisão por pênaltis, no Morumbi – estádio onde o treinador se acostumou a comentar.
Também na casa do São Paulo, Bianchi decepcionou mais um rival do Corinthians em 2000. O seu Boca Juniors voltou a levar a final contra o Palmeiras para as penalidades e, desta vez, ficou com o troféu depois de vitória por 4 a 2.
A última vitória de Bianchi sobre um time do Brasil havia sido contra o Santos de Diego e Robinho, na final daquela Libertadores de 2003. O Boca Juniors ganhou por 2 a 0 em Buenos Aires e por 3 a 1 em São Paulo para se sagrar campeão novamente.
Ficha Técnica
Corinthians: Cássio; Alessandro (Edenílson), Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf e Paulinho; Romarinho (Alexandre Pato), Danilo (Douglas) e Emerson; Guerrero
Técnico:Tite
Boca Juniors: Orión; Marín, Caruzzo, Burdisso e Clemente Rodríguez; Erbes (Bravo), Somoza, Erviti e Sánchez Miño; Riquelme (Viatri); Blandi (Zárate)
Técnico: Carlos Bianchi
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