Declarações de Cachoeira a Andressa durante audiência foram deboche, diz procuradora
Questionada pela deputada Íris de Araújo (PMDB-GO) sobre as declarações de Carlinhos Cachoeira dirigidas à sua noiva, Andressa Mendonça, du...
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Questionada pela deputada Íris de Araújo (PMDB-GO) sobre as declarações
de Carlinhos Cachoeira dirigidas à sua noiva, Andressa Mendonça, durante
depoimento à Justiça Federal de Goiás, em julho, a procuradora Léa
Batista afirmou que a situação foi inusitada, um verdadeiro deboche.
- Trabalho no Ministério Público há seis anos, fui promotora de justiça e magistrada e nunca presenciei uma situação dessas. Foi um deboche com todas as autoridades presentes e à sociedade brasileira - disse.
Na ocasião, Cachoeira se negou a prestar esclarecimentos à Justiça, permanecendo em silêncio, mas fez juras de amor à namorada e prometeu casar-se com ela no primeiro dia de sua liberdade.
A procuradora também afirmou estar preocupada com a segurança dos que atuam na investigação. Ela sofreu ameaças de morte e agora recebe proteção, mas disse não saber o que poderá acontecer no futuro.
Segundo Léa Batista, é importante o Parlamento fazer uma reflexão sobre a situação, pois a proteção enquanto o caso tem repercussão é uma coisa e depois que passa é outra. O vice-presidente da CPI, deputado Paulo Teixeira (PT-SP), sugeriu a inclusão do tema no relatório final da comissão.
* Fonte: Agência Senado
- Trabalho no Ministério Público há seis anos, fui promotora de justiça e magistrada e nunca presenciei uma situação dessas. Foi um deboche com todas as autoridades presentes e à sociedade brasileira - disse.
Na ocasião, Cachoeira se negou a prestar esclarecimentos à Justiça, permanecendo em silêncio, mas fez juras de amor à namorada e prometeu casar-se com ela no primeiro dia de sua liberdade.
A procuradora também afirmou estar preocupada com a segurança dos que atuam na investigação. Ela sofreu ameaças de morte e agora recebe proteção, mas disse não saber o que poderá acontecer no futuro.
Segundo Léa Batista, é importante o Parlamento fazer uma reflexão sobre a situação, pois a proteção enquanto o caso tem repercussão é uma coisa e depois que passa é outra. O vice-presidente da CPI, deputado Paulo Teixeira (PT-SP), sugeriu a inclusão do tema no relatório final da comissão.
* Fonte: Agência Senado