PF e MP cumprem oito mandados de prisão em Mossoró
A Polícia Federal desencadeou durante as primeiras horas da manhã desta quarta-feira (30) uma operação para desarticular possível cartel de ...
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A Polícia Federal desencadeou durante as primeiras horas da manhã desta quarta-feira (30) uma operação para desarticular possível cartel de postos de combustíveis. A ação ocorre na cidade de Mossoró, região Oeste do Rio Grande do Norte. A chamada "Operação Vulcano" é desenvolvida em conjunto com o Ministério Público Estadual e apoio do Conselho Administrativo de Defesa Economica(CADE). Às 11 horas da manhã de hoje, concedeu entrevista coletiva na sede do órgão em Mossoró, mas não informou o nome dos presos.
Através do Twitter, o Ministério Público Estadual informou que estão foram hoje oito mandados de prisão e 20 mandados de busca e apreensão. Os mandados foram cumpridos em diversos postos de combustíveis e na Câmara de Vereadores de Mossoró. "O suposto cartel teria fixado preços dos combustíveis e pressionado para aprovação de Leis que barram a entrada de novos concorrentes", informou o MP.
A investigação teve início no segundo semestre do ano passado, e teve como foco a suposta formação de cartel. Porém, a possível interferência no Legislativo só teria ocorrido em abril deste ano, durante apreciação de projeto de lei sobre a possibilidade instalação de postos de gasolina em shoppings e supermercados. A proposta foi rejeitada pela Câmara Municipal de Mossoró.
Apesar de informações extra-oficiais sobre as prisões, a Polícia Federal não confirmou os nomes dos envolvidos no caso, tampouco as provas que foram coletadas sobre a formação de cartel e possível irregularidade na votação no Legislativo.
Através do Twitter, o Ministério Público Estadual informou que estão foram hoje oito mandados de prisão e 20 mandados de busca e apreensão. Os mandados foram cumpridos em diversos postos de combustíveis e na Câmara de Vereadores de Mossoró. "O suposto cartel teria fixado preços dos combustíveis e pressionado para aprovação de Leis que barram a entrada de novos concorrentes", informou o MP.
A investigação teve início no segundo semestre do ano passado, e teve como foco a suposta formação de cartel. Porém, a possível interferência no Legislativo só teria ocorrido em abril deste ano, durante apreciação de projeto de lei sobre a possibilidade instalação de postos de gasolina em shoppings e supermercados. A proposta foi rejeitada pela Câmara Municipal de Mossoró.
Apesar de informações extra-oficiais sobre as prisões, a Polícia Federal não confirmou os nomes dos envolvidos no caso, tampouco as provas que foram coletadas sobre a formação de cartel e possível irregularidade na votação no Legislativo.