Professores de rede municipal de ensino marcam parada de advertência para o dia 7
Professores e trabalhadores não docentes da educação municipal participaram na última quarta-feira, 23, de uma assembleia onde foi delib...
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Professores e trabalhadores não docentes da educação municipal participaram na última quarta-feira, 23, de uma assembleia onde foi deliberada uma parada de advertência para o dia 7 de outubro.
De acordo com a presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (Sindiserpum), Marleide Cunha, a paralisação é pela falta de cumprimento de alguns direitos dos profissionais da educação em Mossoró.
Ela explica que não estão sendo respeitados direitos como 1/3 da jornada de trabalho, previsto na Lei do Piso, pagamento do 14º salário para os professores das escolas contempladas, que é pago normalmente em abril, reajuste do auxílio-deslocamento dos professores na zona rural, congelados há quatro anos, redução do valor das aulas excedentes, a licença premium que os professores não conseguem tirar, entre outros pontos.
“Os profissionais da educação estão tendo seus direitos negados aqui em Mossoró. vários pontos não estão sendo cumpridos pela Prefeitura, como 1/3 da jornada de trabalho, redução das aulas excedentes, pagamento do 14º salário, condições dignas de trabalhos, entre outros pontos. Isso é um absurdo. Quero deixar bem claro. Não estamos reivindicando a ampliação dos direitos e sim o cumprimento dele. Por isso que decidimos pela paralisação no dia 7 de outubro”.
Outro ponto que incomoda os professores é o feriado da categoria, que pelo calendário escolar, saiu do dia 15, uma quinta-feira, para o dia 16, uma sexta. O Sindiserpum contesta essa mudança e diz que os docentes não irão trabalhar no dia 15.
“Outro ponto que achamos um absurdo é tirar o feriado do dia 15 para o dia 16. Isso também não aceitamos. Queremos o feriado no dia 15. É uma data simbólica. Estamos informando aos professores esses desrespeito que é a mudança do feriado”.
Sobre uma possível greve, Marleide Cunha ressaltou que, por enquanto, a categoria não pensa nessa possibilidade, mas que uma parada de advertência é uma construção de que pode chegar uma greve.
Sindiserpum
