Vítima de cárcere privado afirma que fazia programa quando foi feita refém
A jovem Jorcinara Cibelle da Silva, de 20 anos, conversou com a imprensa, na noite desta sexta-feira (1º), após passar mais de 24 horas e...
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Jorcinara informou que ela e mais duas amigas estavam com Alexsandro
em um motel, mas ele decidiu ir para a residência da tia, em São
Gonçalo, juntamente com ela. “Eu não sabia que iria ser feita refém e só
vim perceber isso quando a Polícia Militar tentou realizar a primeira
negociação”, declarou.
Ainda de acordo com a mulher, Alexsandro não a agrediu, no entanto,
manteve-se apontando a arma para ele durante boa parte do tempo em que
estiveram trancados na casa. Ela contou também que o acusado estava
portando uma pistola e tinha três carregadores cheios de munição.
Ela revelou ainda que durante o tempo em que esteve na casa cercada
pela polícia, Alexsandro usou crack por duas vezes e ela teria usado uma
vez também. Jorcinara disse que ela e o acusado ficaram boa parte do
tempo em um dos quartos da casa. Além disso, a jovem afirmou que passou
muitas horas dormindo.
A vítima do cárcere privado será ouvida pela Polícia Civil e, em
seguida, deverá ser liberada. Já Alexsandro Silva ficará preso, tendo em
vista que tinha mandado de prisão em aberto e também será autuado pelo
cárcere e por ter atirado em policiais.
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