‘Estou tranquilo, pois acusações não se referem a desvio de recursos”, garante Poti
"Quem tem atuação política, principalmente no Executivo, está sujeito a essas pendências. As acusações não interferem em nada, são os o...
https://novonoticiasrn.blogspot.com/2012/12/estou-tranquilo-pois-acusacoes-nao-se.html
"Quem tem atuação política, principalmente no Executivo, está sujeito a essas pendências. As acusações não interferem em nada, são os ossos do ofício. Minha posição sobre essa situação é de absoluta tranquilidade, porque não se trata de matérias de desvio de recursos públicos, e sim de questões técnicas, processuais”.
As declarações foram dadas pelo novo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN), ex-deputado Poti Júnior, durante sua posse no cargo, na manhã desta quinta-feira (13). A nomeação de Poti é questionada pelo Movimento Articulado de Combate à Corrupção (Marcco), pois ele já foi condenado e também responde a outros processos por improbidade administrativa.
“Estou tranquilo, sempre trabalhei com honestidade, procurando honrar os votos que recebi. Não tenho conhecimento dessa contestação e estou certo de que vou desenvolver um grande trabalho em relação à fiscalização de recursos públicos”, afirmou Poti.
“O Marcco entendeu e eu respeito que essa questão interferiria na minha atuação como conselheiro, mas eu não vejo isso como um obstáculo”, acrescenta.
O presidente do TCE, Tarcísio Costa, afirmou que a instituição cumpriu seu dever constitucional ao empossar o novo conselheiro. “A Assembleia Legislativa fez uma eleição e escolheu um deputado para o cargo. Analisamos a documentação e exigimos que fosse cumprida toda a tramitação legal”, disse.
Costa disse ser “muito comum” haver gestores públicos respondendo a processos. “Quando houver julgamento, nós vamos nos posicionar face a um fato concreto”, destacou.
A coordenadora do Marcco, Ohara Fernandes, já solicitou uma audiência para tratar do assunto. “As ações de Poti no passado desabonam a sua moral, e o descredenciam para o exercício do cargo. O Marcco/RN fará o que estiver ao seu alcance para impedir essa incongruência, atentatória ao princípio da moralidade pública”, afirmou o Movimento, formado por diversas entidades públicas e privadas ligadas, em sua conta no microblog Twitter.
O novo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado responde a seis ações de improbidade administrativa que tramitam na Justiça Estadual, sendo cinco na Comarca de São Gonçalo do Amarante e uma na de Natal. Em um deles, o então prefeito de São Gonçalo do Amarante foi condenado, em primeira instância, a ressarcir R$ 70.516,84.
defato.com
“Estou tranquilo, sempre trabalhei com honestidade, procurando honrar os votos que recebi. Não tenho conhecimento dessa contestação e estou certo de que vou desenvolver um grande trabalho em relação à fiscalização de recursos públicos”, afirmou Poti.
“O Marcco entendeu e eu respeito que essa questão interferiria na minha atuação como conselheiro, mas eu não vejo isso como um obstáculo”, acrescenta.
O presidente do TCE, Tarcísio Costa, afirmou que a instituição cumpriu seu dever constitucional ao empossar o novo conselheiro. “A Assembleia Legislativa fez uma eleição e escolheu um deputado para o cargo. Analisamos a documentação e exigimos que fosse cumprida toda a tramitação legal”, disse.
Costa disse ser “muito comum” haver gestores públicos respondendo a processos. “Quando houver julgamento, nós vamos nos posicionar face a um fato concreto”, destacou.
A coordenadora do Marcco, Ohara Fernandes, já solicitou uma audiência para tratar do assunto. “As ações de Poti no passado desabonam a sua moral, e o descredenciam para o exercício do cargo. O Marcco/RN fará o que estiver ao seu alcance para impedir essa incongruência, atentatória ao princípio da moralidade pública”, afirmou o Movimento, formado por diversas entidades públicas e privadas ligadas, em sua conta no microblog Twitter.
O novo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado responde a seis ações de improbidade administrativa que tramitam na Justiça Estadual, sendo cinco na Comarca de São Gonçalo do Amarante e uma na de Natal. Em um deles, o então prefeito de São Gonçalo do Amarante foi condenado, em primeira instância, a ressarcir R$ 70.516,84.
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