A guerra surda no comando do PMDB

Da boca para fora, reina a mais absoluta paz no PMDB. Ninguém na cúpula peemedebista admite que o partido vive um momento de alta tensão i...

Da boca para fora, reina a mais absoluta paz no PMDB.
Ninguém na cúpula peemedebista admite que o partido vive um momento de alta tensão interna. Nem o vice-presidente da República, Michel Temer, nem o presidente do Senado, José Sarney, nem os líderes Henrique Eduardo Alves (Câmara) e Renan Calheiros (Senado). Ninguém.
Mas Sarney e Renan têm dito a amigos que não vão deixar sem troco a decisão de Michel Temer de excluir os dois do programa de TV do partido.
Com o gesto, Temer e Henrique Eduardo Alves reeditaram a velha disputa interna entre peemedebistas da Cãmara e do Senado pela hegemonia na legenda.
O grupo do Senado sempre foi comandado por Renan e Sarney; o da Câmara, por Temer e Henrique (este, tomou o lugar de Geddel Vieira Lima).
Mas o grupo da Câmara avalia que, nesta legislatura, ganhou alguns aliados infiltrados no campo de Renan e Sarney. São eles os senadores Eunício Oliveira, Garibaldi Alves e Valdir Raupp.
Se estes conquistarem o apoiop do chamado Grupo dos Oito — dos dissidentes da legenda — podem tomar de Ranan e Sarney o controle que os dois têm do PMDB do Senado.
Do Poder On line

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